Páginas

quarta-feira, 9 de março de 2011

Padrinhos


A escolha dos padrinhos de casamento é um momento especial para todo casal e, por isso, é importante convidar pessoas por quem vocês tenham muito carinho e respeito.

Normalmente, os padrinhos são escolhidos por serem pessoas que, de alguma forma, fazem parte da vida dos noivos, formando uma proximidade afetiva com o casal.
De acordo com o dicionário Michaelis, a palavra padrinho significa: "testemunha de batismo, casamento ou duelo". No caso dos padrinhos de casamento, eles são as testemunhas da união do casal.

Devem ser escolhidos casais ou pares, como por exemplo, uma amiga solteira e um amigo ou tio também solteiro.

Não existe uma regra com relação à quantidade de padrinhos, tanto no casamento civil como no religioso.

Se o casamento for realizado na igreja, é preciso saber quantos casais irão ficar de cada lado do altar. Uma dica: verifique o tamanho da igreja, porque não há nada mais deselegante do que os padrinhos amontoados no altar.

No casamento civil, opte por no máximo três casais de padrinhos de cada lado. O melhor neste caso é evitar exageros e usar o bom-senso.

Se o casamento for realizado no próprio cartório, um casal de padrinhos de cada lado é a escolha mais acertada.

Além de testemunhar a união do casal, os padrinhos têm a função de ajudar e orientar os recém-casados. Por isso, escolha pessoas que tenham tudo a ver com vocês.

É muito importante que na volta da lua-de-mel os noivos convidem os padrinhos do civil e do religioso para um almoço ou jantar na nova casa. É uma maneira muito gentil de agradecer tudo que os padrinhos fizeram pelo casal
.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Casamento no Antigo Egito

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O inspector dos escribas Raherka e a sua esposa.
O casamento no Antigo Egipto era um acto do foro privado, a concretização do desejo de viver em conjunto, sem qualquer tipo de enquadramento jurídico e sem necessidade de sanção religiosa.

A língua egípcia não possuía uma palavra para "casamento". Apesar disso, os textos da literatura sapiencial, como o Ensinamento de Ptah-hotep, recomendam o homem a casar e a fundar uma família assim que as suas condições materiais o permitam. Nestes mesmos textos o homem é aconselhado a amar e a procurar agradar a sua esposa. A arte egípcia fez também eco da valorização do casamento, como atestam as esculturas e as pinturas nos túmulos nas quais o homem surge acompanhado pela sua esposa, que o abraça carinhosamente.

As mulheres egípcias casavam entre os 12 e os 14 anos, enquanto que os homens o fariam por volta dos 16, 17 anos. Estas idades podem parecer demasiado precoces, mas é necessário ter em conta a baixa esperança de vida que existia no Egipto nesta época.

A aprovação paterna era condição obrigatória para a realização do casamento, sendo concedida após as negociações com a família do pretendente. O noivado concretizava-se com a troca de presentes entre as famílias.

O casamento entre primos foi frequente, registando-se também um número significativo de casamentos entre tios paternos e sobrinhas e tias paternas e sobrinhos. O casamento entre irmãos existiu apenas na família real e tinha como objectivo fomentar a coesão; mesmo assim, deve ser referido que se tratava frequentemente de meios-irmãos.

Uma vez casados o casal instalava-se na sua casa, que era em princípio proporcionada pela família do homem. Esta também deveria fornecer terras e outros bens materiais necessários à vida em comum.

A autoridade máxima da casa residia no homem. A mulher casada precedia o seu nome com o título de "nebet-per", o que significa "a dona da casa".

O casamento Judaico



Casamento Judaico

Baseado no ciclo da lua nova do calendário judaico, é costume que os casamentos se realizem apenas na primeira quinzena do mês, pois é quando a lua está na fase crescente, trazendo prenúncios de prosperidade e fertilidade. Esse período simboliza, também, a esperança de que o amor entre marido e mulher aumente ainda mais ao longo de suas vidas.


A cerimônia do casamento judaico é celebrada pelo rabino sob a chuppah, uma cobertura decorada de flores, representando o novo lar, que será regido pelas leis judaicas. Lá ficam os pais, irmãos, os rabinos (pode ser mais de um) e os noivos. É realizado na sinagoga ou em outro local onde se constrói a chuppah. Na ausência, pode-se improvisar com quatro homens altos segurando um tallit pelas pontas. O tallit é um xale de orações e faz parte da tradição ser um presente da noiva para seu noivo no dia do casamento. O presente que ela recebe é um par de castiçais. Antes da chegada da noiva, o noivo e mais duas testemunhas assinam a Ketubá, um contrato de casamento descrito em hebraico e português, que estipula as responsabilidades mútuas entre marido e mulher.


Nas sinagogas liberais, a noiva também assina esse contrato. A ketubá torna-se propriedade pessoal da noiva, sendo-lhe entregue assim que é lida. A noiva entra com o pai, e, se não tiver sido casada antes, usa branco e um véu que é colocado sobre sua cabeça pelo noivo, imediatamente antes da cerimônia.


O véu é um simbolismo da confiança no noivo e um ato de discrição para não se expor aos demais homens. Estes, até os não judeus, devem estar usando o hipot, um solidéu entregue na entrada do casamento.Uma vez que o casal está sob a chuppá, é costume a noiva caminhar três, quatro ou sete vezes em torno do noivo, dependendo da tradição local. Este ato tem duas explicações: uma, é a demonstração da noiva de que o marido será o centro da sua existência; a outra, mais comumente aceita, é de que o ato simboliza que o noivo agora estará rodeado pela luz e pela virtude trazida pelo casamento. Após a noiva ter caminhado em torno do noivo, o rabino recita um fragmento do Salmo 118, que dá graças ao Senhor e à Casa de Israel, além de uma curta bênção. Após a bênção, o rabino pronuncia um breve sermão, dirigido aos noivos, e, depois, procede a bênção do primeiro dos dois copos de vinho que serão bebidos durante a cerimônia.


Começa, então, a celebração efetiva do casamento. Primeiro, o noivo "paga" à noiva um preço de aquisição, sob forma de um anel feito de algum metal precioso. Ele coloca o anel no dedo indicador da mão direita da noiva, que aceita a jóia em sinal de consentimento com a transação.Imediatamente após esse ato, o rabino recita a promessa de casamento e o noivo a repete palavra por palavra, a fim de não haver possibilidade de erro.

O enunciado real do voto é: "Eis que tu me és santificada por este anel, de acordo com as leis de Moisés e de Israel". Deste modo, o casamento é na realidade efetuado pelo noivo, que recebe a noiva por palavra e atos, na presença de duas testemunhas que assinam o contrato do matrimônio.


A função do rabino é apenas cuidar para que tudo seja feito corretamente, "de acordo com as leis de Moisés e de Israel".Após a leitura da ketubá abençoa-se um segundo copo de vinho, do qual os dois bebem. A bênção do segundo copo é a primeira das sete bênçãos do casamento. Ela é seguida por mais seis, sendo costume repetir as sete após a festa do casamento.Após ser abençoado por sete vezes, um copo é colocado no chão (não aquele que os noivos beberam), para que o noivo quebre-o pisando nele, para recordar a destruição do antigo Templo de Jerusalém. Neste momento, os presentes gritam Mazzeltov, que significa "Boa sorte e parabéns!".Após a quebra do copo, é proferida a birchat cohanim ou bênção do sacerdote.


O convidados permanecem na sinagoga até que a noiva e o noivo tenham saído.

Os casamentos judaicos podem ser realizados em qualquer data, com exceção dos sábados judaicos e as datas das festas religiosas. Exige-se, porém, que noivo e noiva pertençam à religião judaica. Os noivos devem apresentar a certidão de casamento dos pais na sinagoga escolhida e preencher um formulário com dados pessoais.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.