sábado, 19 de março de 2011

Noivos e Trajes

A escolha do traje do noivo vai depender do horário do casamento, do estilo do noivo e do estilo da recepção do casamento. Noivo veja como escolher o traje para seu casamento.


Os homens geralmente são mais práticos,
isso facilita muito, mas não é motivo para relaxar no visual.
Por isso, aqui vão algumas sugestões para facilitar ainda mais a sua vida, noivo, e para não fazer feio no seu dia.
Se vai usar um traje mais formal, o ideal é alugar, afinal esse é um tipo de roupa que vai ser muito difícil você usar novamente. Mas se usar um terno ou prefere comprar seu traje, procure um alfaiate de sua confiança ou faça uma pesquisa em lojas especializadas.

Experimente

Antes de decidir procure provar o modelo escolhido, ou algo parecido, pois às vezes o modelo que você quer não combina com o seu corpo ou com o estilo de sua cerimônia, peça ajuda ao alfaiate, e a sua noiva - se não quiser que ela veja, então leve sua mãe, uma irmã ou amiga, uma opinião feminina é importante nessa hora. Mas use sempre o bom senso, afinal quem vai usar a roupa é você, portanto a última palavra deve ser sua. Lembre-se que você será fotografado e esse álbum vai passar de geração em geração.

Modelo de traje para o NoivoPara não errar

Em casamentos informais ou mais simples, você poderá usar um terno. Pela manhã, poderá optar por ternos como o cinza ou o bege (evite cores mais claras como azul, rosa ou amarelo); à tarde, os ternos cinza mais escuro ou azul marinho caem muito bem. A noite a opção pode ser o grafite ou azul marinho. A camisa deve ser sempre mais clara que o terno e a gravata deverá ser em tons mais escuros do que a camisa. Para casamentos mais formais o ideal é o fraque (paletó cinza chumbo, longo, calça cinza riscada e colete cinza claro, acompanhado de cravo), ou casaca (curto na frente com colete, com longa cauda atrás, acompanhado de calça da mesma cor e mesmo tecido, geralmente preto).

Acessórios

O sapato deve ser novo (já que em algumas cerimônias como a católica por exemplo, você vai ficar grande parte ajoelhado), ser confortável, bem lustrado e adequado ao traje. O cinto deve ser da cor do traje (geralmente acompanha). As meias devem ser da cor da calça.

Beleza

Se você é daqueles mais vaidosos que não acha que cuidar de si mesmo é coisa de mulher, faça uma limpeza de pele uma semana antes do casamento para tirar aqueles cravinhos chatos e ficar com a pele mais vistosa e bonita, e para melhorar ainda mais o visual faça um leve maquiagem no dia, se preferir algo mais completo faça o dia do noivo (muitos salões de beleza oferecem essa opção), afinal você merece.

Evite

Dinner Jacket: Formado por um spencer (casaquinho curto que vai até a cintura e pode ter abotoamentos simples ou duplo), camisa branca de gola alta e pontas viradas e gravata borboleta preta. O traje, caiu em desuso (hoje em dia, só mensageiros de hotéis de luxo usam).
Smoking: Originalmente um paletó de seda, veludo ou brocado, adornado com botões. É formado por calça preta com faixa acetinada nas laterais, paletó preto com lapela acetinada, camisa branca, faixa de cetim horizontal e gravata borboleta preta. O smoking é um traje a rigor, para ser usado em bailes e festividades e não em uma cerimônia religiosa e igreja, mesmo que você vá para a festa depois.

terça-feira, 15 de março de 2011

Pajens

Pois bem, ontem falei sobre as daminhas, e hoje é a vez deles.

Pajem segundo o ste da wikipédia:

" Enquanto que pajem é comparativamente um servente, um Pajem de Honra (em inglês: Page of Honour) é uma posição cerimonial na Casa Real do soberano do Reino Unido. O papel requere comparecimento nas ocasiões de Estado, mas atualmente não envolve os deveres diários que uma vez foram vinculados ao ofício de pajem. O cargo é usualmente uma distinção conferida aos filhos (adolescentes) de membros da nobreza, com idades entre 13 a 19 anos. O pajem de honra deve comparecer a coroações britânicas, no evento anual State Opening of Parliament, bem como em outras cerimônias"

Pois bem aqui vão algumas fotos para lhe inspirar.

Imagens do google.























































Rua São Caetano


Então prossegue a saga do vestido.... descidi ir caminhar na Rua São Caetano e por vez achei tudo muito abusivo, algumas vendedoras chegam a ser sem educação, uma dica tirem a aliança de noivado só assim você Talvez andará, um pouco menos "pegajosa", pois afinal de contas andar lá é uma pegação danada.


Realmente tem vestidos para todos gostos e bolsos, um mais lindo que outro. Mas acho extremamente desnecessário e doloroso pagar dois mil, três em um aluguel, disse bem A.L.U.G.U.E.L. Já estava quase decidida a ir embora e continua com meu esboço de vestido, quando entrei na primeira alameda e encontrei o Espaço Noivas.


Primeiramente eu mesma nem queria entrar e quase nem deixei ela falar, mas a Fê minha irmã insistiu e acabou que a Leila vendedora e a estilista Julia, nos atenderam calmamente, me deixaram pensar e não teve muita alternativa, foi amor a primeira vista o vestido é como sempre quis desde quando não pensava em casamento, e o bolso sofreu pouco, ele é meu sob medida, e ainda dará para reforma-lo e usá-lo depois. Não vou contar com ele é nem um pouquinho, só minha mãe e minha irmã viram o meu "segredo de estado".


Olha, fica a dica para quem estiver indecisa, ou querer encontrar coisas diferentes vale a pena ir na Rua São Caetano em SP, mas vá com um tênis uma roupa confortável, leve água e se você gosta de experimentar escolha primeiro alguns, caminhe por todas as vitrines e depois experimente por que senão você acaba não conhecendo muita coisa e se arrependendo depois.


Lá você também encontra bastante alternativa para noivos, daminhas, pajens, madrinhas e padrinhos, há também bastante calçados, mas tudo segue a risca a dica do páragrafo a cima.

Um abraço...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Daminhas















































A Daminha é sempre uma atração, uma simpátia a parte em todo casamento, elas trazem leveza, doçura e pureza a celebração e se não todas quase todas as noivas escolhem uma menina para fazer parte do cortejo.

A roupa é sempre uma das grandes dúvidas, particularmente creio que o simples acaba sendo o melhor. Vestir a criança como criança, não há necessidade de todas, estarem iguais ainda mais se entrarem em momentos diferentes. Escolha um tecido leve, como algodão ou tule, para evitar do calor irritar-las. Com os calçados evite saltos, procure modelos que sejam confortavéis, como sapatilhas, sapatos boneca, sandalinhas.


O tamanho do vestido depende da idade da menina. As menores de seis anos de idade podem achar ruim um vestido com a saia muito cheia ou que seja muito longo. O ideal é escolher um que vá até o joelho. Meninas acima de seis anos podem usar vestidos estilo princesa, pois já entendem mais a sua função na cerimônia. Cores também sempre trazem um toque mais alegre e descontraído, mas cuidado quando se tratar de cores com a maquiagem, evite exageros.
Imagens do Google

Com quem a Noiva vai entrar?


A entrada da noiva, um dos pontos altos do grande dia, é marcado por uma tradição: o pai entrega a filha ao noivo, dando o consentimento à união matrimonial. Segundo Camila Relva, assessora da Compagnie, de São Paulo, o costume simboliza uma passagem. O pai, que sempre guiou a filha para o caminho da felicidade, a leva à sua mais nova família. “Ele entrega a filha para a família do noivo, que a recebe pelo lado esquerdo, o lado do coração”, complementa.


Entretanto, muitas mulheres preferem reinventar a tradição na hora da entrada, tendo como objetivo mostrar a importância que outras pessoas têm diante daquele momento. Então, pensa-se na inovação do cortejo e nas possibilidades de entrar com pai e mãe juntos, somente com a mãe, com o filho ou sozinha.


Há ainda aquelas para quem o cortejo vira um problema, pois se deparam com a situação de terem pais separados ou brigados, sogro falecido, madrasta querida (ou detestada). Portanto, a questão: o que fazer para ter um cortejo dos sonhos e, no altar, a presença de amigos e parentes queridos? Assessoras e cerimonialistas dão sugestões e ideias para as mais diversas – e comuns – situações.


Pai e mãe juntos na entrada

Por mais que o desejo de homenagear os dois seja grande, é preciso verificar a largura da nave, já que muitas igrejas não dispõem de espaço para a entrada de três pessoas. Uma vez tomada a decisão, é aconselhado que o pai do noivo – que acompanharia a mãe da noiva – entre pela sacristia, assim ele não precisa caminhar sozinho pela nave.Mas uma ressalva para as noivas mais detalhistas: “Fazendo a entrada dessa forma, provavelmente ninguém vai reparar no vestido da noiva, pois os pais vão esconder qualquer detalhe”, diz Camila Relva.


Os pais da noiva (ou do noivo) são separados, mas têm novos cônjuges

O casamento deve ser encarado pelos pais separados como um momento familiar muito importante. Por isso, as desavenças conjugais não devem ser levadas em conta no grande dia. Mônica Almeida, assessora da Alligare Wedding Planner, de São Paulo, chama atenção para a importância dos pais entenderem que são um casal parental, e não conjugal. “Eles devem fazer um esforço, caso não tenham um bom relacionamento, para o cortejo sair conforme a tradição. Afinal, eles só estarão juntos por cerca de 40 minutos”, salienta.

Madrastas e padrastos que se relacionam bem com os enteados podem entrar como convidados e ficarem no altar, junto com os demais entes queridos.

Já quem não faz questão de ter a madrasta ou padrasto no cortejo não precisa ficar incomodado com a situação, nem se sentir obrigado a fazê-lo. “Eles devem entender que ali é um momento dos noivos e suas famílias”, explica Márcia Possik, assessora da Marriages, de São Paulo.


O pai da noiva tem uma esposa, mas a mãe continua sozinha

Nesta situação, os noivos devem conduzir o cortejo conforme se sentirem à vontade. “É importante lembrar que ninguém é obrigado a nada. Casamento não tem regras, mas sim indicação do que é ideal”, afirma Márcia Possik.


Se os pais, mesmo separados, tiverem uma relação amigável, nada impede de a mãe e o pai ficar juntos ao altar. A assessora Camila Relva sugere que a noiva – caso tenha um bom relacionamento com a madrasta – convide-a para ser madrinha, ao lado do pai e da mãe, fazendo par com algum padrinho.


O pai da noiva é viúvo, mas o noivo tem pai e mãe

A noiva pode fazer um convite para uma mulher especial da família, como avó, irmã, prima, tia ou madrinha de batismo, para que o pai não fique sozinho no altar. Se isso não for considerado, também não há problema em ter o pai sozinho no altar. “Muitas preferem não colocar ninguém na posição, pois não desejam substituir o lugar da mãe”, explica Camila Relva.


A mãe da noiva é viúva, mas o noivo tem pai e mãe

Neste caso, a noiva deve escolher o que é melhor para ela: entrar sozinha ou ao lado da mãe. Já no altar, a mãe da noiva pode permanecer sozinha ou na companhia de um parente mais próximo.

A mãe da noiva se casou novamente e noivo só tem mãe

Caso o pai da noiva seja falecido, a noiva pode optar por entrar com o padrasto. Isso se tiver um relacionamento de afeto e respeito com ele. A segunda opção é entrar sozinha ou com algum parente próximo, como irmão ou tio. “Já o noivo faz a entrada com a mãe e, no altar, ela pode ficar sozinha”, aconselha a assessora Camila Relva.

A noiva quer entrar com o filho

Muitos casais já moram juntos e, mais tarde, ao decidir celebrar a união, optam pela entrada do filho com a mãe. A situação é mais do que favorável, pois simboliza o fruto gerado da relação de amor de ambos. É indicado que a mãe entre de mãos dadas com o filho. Se forem dois irmãos, um de cada lado, acompanhando a mãe. “A mulher que tem um filho bebê pode entrar com ele no colo e depois entregar para um parente de confiança”, sugere Márcia Possik.


quarta-feira, 9 de março de 2011

O Sacramento do Matrimônio


"A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de sacramento por Cristo Senhor."

Deus nos fez para a felicidade, não nascemos para viver sozinho, mas sim com uma companhia. O Pai quando criou o homem, deu à ele uma companhia: Eva. Deus também acrescentou: "Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne" (Gn 2, 24).

Esse ato de se juntar com o sexo oposto para juntos viverem em uma só carne é o próprio Sacramento do Matrimônio. Este é um Sacramento de Serviço (junto com a Ordem), através dele nos unimos ao sexo oposto para juntos construirmos uma família. O Matrimônio é uma doação total ao outro e à Deus, somos chamados a construir uma família cristã, com pensamentos retos e morais.

Hoje, o Maligno vem se apoderando deste Sacramento como se fosse algo qualquer, ele usa do casal como forma de destruir, eliminar, desconcertar o convívio familiar. São muitos os casamentos feitos na Igreja Católica que possui objetivos contrários a conduta cristã, ou seja, muitos são os casais que vão para o altar com desejos carnais e com o seguinte pensamento: "Se não der certo, nos separamos".

Muitos falam como é difícil aceitar o Sacramento da Ordem, ou seja, pensam que ser sacerdote é uma grande dificuldade nos dias de hoje. Só que tanto a Ordem como o Matrimônio são Sacramentos de Serviço, que necessitam da doação total dos que receberam o Sacramento. A missão do sacerdote é direcionar o povo ao caminho de Deus. A missão do casal é direcionar a família ao caminho da Santidade e do Amor Fraterno. Não podemos deixar de lembrar que é através do Sacramento do Matrimônio que nasce as vocações sacerdotais, vindas da educação que os familiares deram ao vocacionado. Podemos chegar então à conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma vocação, devemos estar preparados para direcionar e educar filhos e Filhos de Deus no caminho da Santidade.

A grande prova da falta de preparo de muitos casais nos dias de hoje, são os inúmeros casamentos que não dão certo. O divórcio é força do maligno, foi criado para separar a união que Deus criou entre dois de seus Filhos.

Podemos então chegar a conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma das grandes obras divinas, que foi criado para o Amor Familiar. A Família é o grande investimento que Deus criou, é através dela que se educa cidadãos retos procurando a imitação de Cristo Jesus.


O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher: é repartida entre o casal e os filhos, e com a comunidade onde vivem. O mais difícil do amor é permanecer firme nele. Só Deus mesmo é capaz de ser, sem defeito, fiel e amoroso. Quando o casal é fiel no amor, é um grande sinal de Deus. Deus está presente no amor do casal. Quem acredita nisso pode casar na Igreja.

Fonte:http://www.auxiliadora.org.br/sacramentos/matrimonio.htm

Padrinhos


A escolha dos padrinhos de casamento é um momento especial para todo casal e, por isso, é importante convidar pessoas por quem vocês tenham muito carinho e respeito.

Normalmente, os padrinhos são escolhidos por serem pessoas que, de alguma forma, fazem parte da vida dos noivos, formando uma proximidade afetiva com o casal.
De acordo com o dicionário Michaelis, a palavra padrinho significa: "testemunha de batismo, casamento ou duelo". No caso dos padrinhos de casamento, eles são as testemunhas da união do casal.

Devem ser escolhidos casais ou pares, como por exemplo, uma amiga solteira e um amigo ou tio também solteiro.

Não existe uma regra com relação à quantidade de padrinhos, tanto no casamento civil como no religioso.

Se o casamento for realizado na igreja, é preciso saber quantos casais irão ficar de cada lado do altar. Uma dica: verifique o tamanho da igreja, porque não há nada mais deselegante do que os padrinhos amontoados no altar.

No casamento civil, opte por no máximo três casais de padrinhos de cada lado. O melhor neste caso é evitar exageros e usar o bom-senso.

Se o casamento for realizado no próprio cartório, um casal de padrinhos de cada lado é a escolha mais acertada.

Além de testemunhar a união do casal, os padrinhos têm a função de ajudar e orientar os recém-casados. Por isso, escolha pessoas que tenham tudo a ver com vocês.

É muito importante que na volta da lua-de-mel os noivos convidem os padrinhos do civil e do religioso para um almoço ou jantar na nova casa. É uma maneira muito gentil de agradecer tudo que os padrinhos fizeram pelo casal
.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Casamento no Antigo Egito

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O inspector dos escribas Raherka e a sua esposa.
O casamento no Antigo Egipto era um acto do foro privado, a concretização do desejo de viver em conjunto, sem qualquer tipo de enquadramento jurídico e sem necessidade de sanção religiosa.

A língua egípcia não possuía uma palavra para "casamento". Apesar disso, os textos da literatura sapiencial, como o Ensinamento de Ptah-hotep, recomendam o homem a casar e a fundar uma família assim que as suas condições materiais o permitam. Nestes mesmos textos o homem é aconselhado a amar e a procurar agradar a sua esposa. A arte egípcia fez também eco da valorização do casamento, como atestam as esculturas e as pinturas nos túmulos nas quais o homem surge acompanhado pela sua esposa, que o abraça carinhosamente.

As mulheres egípcias casavam entre os 12 e os 14 anos, enquanto que os homens o fariam por volta dos 16, 17 anos. Estas idades podem parecer demasiado precoces, mas é necessário ter em conta a baixa esperança de vida que existia no Egipto nesta época.

A aprovação paterna era condição obrigatória para a realização do casamento, sendo concedida após as negociações com a família do pretendente. O noivado concretizava-se com a troca de presentes entre as famílias.

O casamento entre primos foi frequente, registando-se também um número significativo de casamentos entre tios paternos e sobrinhas e tias paternas e sobrinhos. O casamento entre irmãos existiu apenas na família real e tinha como objectivo fomentar a coesão; mesmo assim, deve ser referido que se tratava frequentemente de meios-irmãos.

Uma vez casados o casal instalava-se na sua casa, que era em princípio proporcionada pela família do homem. Esta também deveria fornecer terras e outros bens materiais necessários à vida em comum.

A autoridade máxima da casa residia no homem. A mulher casada precedia o seu nome com o título de "nebet-per", o que significa "a dona da casa".

O casamento Judaico



Casamento Judaico

Baseado no ciclo da lua nova do calendário judaico, é costume que os casamentos se realizem apenas na primeira quinzena do mês, pois é quando a lua está na fase crescente, trazendo prenúncios de prosperidade e fertilidade. Esse período simboliza, também, a esperança de que o amor entre marido e mulher aumente ainda mais ao longo de suas vidas.


A cerimônia do casamento judaico é celebrada pelo rabino sob a chuppah, uma cobertura decorada de flores, representando o novo lar, que será regido pelas leis judaicas. Lá ficam os pais, irmãos, os rabinos (pode ser mais de um) e os noivos. É realizado na sinagoga ou em outro local onde se constrói a chuppah. Na ausência, pode-se improvisar com quatro homens altos segurando um tallit pelas pontas. O tallit é um xale de orações e faz parte da tradição ser um presente da noiva para seu noivo no dia do casamento. O presente que ela recebe é um par de castiçais. Antes da chegada da noiva, o noivo e mais duas testemunhas assinam a Ketubá, um contrato de casamento descrito em hebraico e português, que estipula as responsabilidades mútuas entre marido e mulher.


Nas sinagogas liberais, a noiva também assina esse contrato. A ketubá torna-se propriedade pessoal da noiva, sendo-lhe entregue assim que é lida. A noiva entra com o pai, e, se não tiver sido casada antes, usa branco e um véu que é colocado sobre sua cabeça pelo noivo, imediatamente antes da cerimônia.


O véu é um simbolismo da confiança no noivo e um ato de discrição para não se expor aos demais homens. Estes, até os não judeus, devem estar usando o hipot, um solidéu entregue na entrada do casamento.Uma vez que o casal está sob a chuppá, é costume a noiva caminhar três, quatro ou sete vezes em torno do noivo, dependendo da tradição local. Este ato tem duas explicações: uma, é a demonstração da noiva de que o marido será o centro da sua existência; a outra, mais comumente aceita, é de que o ato simboliza que o noivo agora estará rodeado pela luz e pela virtude trazida pelo casamento. Após a noiva ter caminhado em torno do noivo, o rabino recita um fragmento do Salmo 118, que dá graças ao Senhor e à Casa de Israel, além de uma curta bênção. Após a bênção, o rabino pronuncia um breve sermão, dirigido aos noivos, e, depois, procede a bênção do primeiro dos dois copos de vinho que serão bebidos durante a cerimônia.


Começa, então, a celebração efetiva do casamento. Primeiro, o noivo "paga" à noiva um preço de aquisição, sob forma de um anel feito de algum metal precioso. Ele coloca o anel no dedo indicador da mão direita da noiva, que aceita a jóia em sinal de consentimento com a transação.Imediatamente após esse ato, o rabino recita a promessa de casamento e o noivo a repete palavra por palavra, a fim de não haver possibilidade de erro.

O enunciado real do voto é: "Eis que tu me és santificada por este anel, de acordo com as leis de Moisés e de Israel". Deste modo, o casamento é na realidade efetuado pelo noivo, que recebe a noiva por palavra e atos, na presença de duas testemunhas que assinam o contrato do matrimônio.


A função do rabino é apenas cuidar para que tudo seja feito corretamente, "de acordo com as leis de Moisés e de Israel".Após a leitura da ketubá abençoa-se um segundo copo de vinho, do qual os dois bebem. A bênção do segundo copo é a primeira das sete bênçãos do casamento. Ela é seguida por mais seis, sendo costume repetir as sete após a festa do casamento.Após ser abençoado por sete vezes, um copo é colocado no chão (não aquele que os noivos beberam), para que o noivo quebre-o pisando nele, para recordar a destruição do antigo Templo de Jerusalém. Neste momento, os presentes gritam Mazzeltov, que significa "Boa sorte e parabéns!".Após a quebra do copo, é proferida a birchat cohanim ou bênção do sacerdote.


O convidados permanecem na sinagoga até que a noiva e o noivo tenham saído.

Os casamentos judaicos podem ser realizados em qualquer data, com exceção dos sábados judaicos e as datas das festas religiosas. Exige-se, porém, que noivo e noiva pertençam à religião judaica. Os noivos devem apresentar a certidão de casamento dos pais na sinagoga escolhida e preencher um formulário com dados pessoais.

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